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Sabores da Amazônia

1 Dia

Um passeio pela culinária amazônica, com sua variedade de pratos típicos, frutas, peixes, temperos e sua riqueza em influências indígenas.

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“Quem come jaraqui, nunca mais sai daqui”, diz o popular ditado manauara. Peixe bastante popular entre os moradores de Manaus, capital do estado do Amazonas, o jaraqui é barato, fácil e encontrar e fica muito gostoso depois de frito. Se for servido com farinha de uarini e vinagrete, melhor ainda!

A riqueza gastronômica da região amazônica está em todo canto. Em Manaus, ela está nas praias de rio, com os diversos peixes que você aprecia tomando uma deliciosa - e bem gelada - cervejinha; e nas ruas do centro, em que ambulantes vendem petiscos exóticos e sucos variados, encontrados apenas na região Norte do país.

Também está nas praças, como a de São Sebastião, cheia de cantinhos com iguarias típicas, como o açaí e a castanha; nos cafés regionais, responsáveis pelo café da manhã mais farto e diversificado que você pode apreciar na visita ao local; e nos passeios de barco, que fazem você perceber o quanto os pratos locais têm influência da cultura indígena.

Enfim, na culinária da Amazônia tudo é tão único que você tem a impressão que nunca mais vai comer tanta coisa diferente em tão pouco tempo! Então vamos aos detalhes, porque você já deve estar ficando com água na boca só de pensar nas delícias que vêm por aí. Entre um atrativo e outro, a gente te mostra.

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Dia 1
Sabores da Amazônia

Cafés regionais e suas delícias

Seu dia pode começar com um café da manhã reforçado num dos cafés regionais tradicionais da cidade. Neles você pode apreciar tapiocas (crepe feito de farinha de mandioca) recheadas com queijo e presunto ou apenas com manteiga; sucos variados, como o de cupuaçu; frutas diversificadas, como a pupunha cozida; e o sanduba mais famoso da região: o x-caboquinho, feito com pão francês, queijo coalho, banana frita e tucumã, que é um fruto de polpa fibrosa originário de uma palmeira amazônica.

No centro de Manaus, uma variedade de sabores

Indo para o centro da cidade, a parada obrigatória é o Teatro Amazonas, com sua cúpula colorida composta por 36 mil peças de cerâmica esmaltada. Símbolo máximo da cidade, o Teatro representa toda a prosperidade do ciclo da borracha, período de grande desenvolvimento econômico e social do país.

O Teatro fica no Largo de São Sebastião, em cujo entorno estão várias lojas de artesanato local. Nessas lojas, você encontra os saborosos bombons de cupuaçu e de castanha - e pode até levar uns pra casa e dar pros amigos. Quem sabe um dia eles não voltam ao Brasil com você?

No Largo também há alguns bares e quiosques onde você pode tomar uma cuia de tacacá, que é uma espécie de sopa preparada com tucupi (caldo da mandioca-brava, apimentado ou não), camarão seco, goma de mandioca e folhas de jambu. O jambu deixa sua língua um pouco dormente, mas não se incomode com isso. Apenas aprecie esse prato especial e parta pra perambular mais pela cidade e descobrir mais gostosuras.

O melhor das ruas da cidade

Nas ruas do centro você também verá vários ambulantes, muitos deles vendendo banana pacovan (uma mutação da banana prata, com um fruto maior) frita em forma de chips. Para matar a sede e aliviar o calor, que é constante em Manaus, tome um suco de frutas. Os mais comuns, além do de cupuaçu (sempre ele...), são os de taperebá e graviola.

Outro suco exótico que você pode experimentar é o de camu-camu (ou camocamo). Fruta da família da goiaba, o camu-camu tem 30 vezes mais vitamina C do que a laranja. É o segundo maior alto teor de vitamina C do mundo, perdendo só pra fruta australiana kakadu plum.

Em alguns locais é possível provar, ainda, o xarope de guaraná. Bem diferente do refrigerante gasoso, o xarope é feito do fruto que é muito cultivado no Amazonas, principalmente em Maués - não é à toa que o município é considerado a terra do guaraná.

Todas essas delícias amazônicas e muitas outras podem ser compradas no Mercado Adolpho Lisboa e no calçadão e ruas próximas ao Porto de Manaus, cujo conjunto arquitetônico foi tombado como patrimônio histórico nacional em 1987.

História, praia e peixe frito

Se tem uma coisa que não dá pra perder em Manaus, é a oportunidade de se refrescar sempre que for possível. A cidade é calorenta e úmida, e você sua o tempo inteiro. Por isso, um dos passeios deliciosos para fazer por lá é pegar uma voadeira (pequeno barco motorizado) na Marina do Davi e ir até a Praia da Lua.

Com areia branquinha, águas límpidas, tranquilas e mornas, e formato de meia lua, a Praia da Lua fica a 10 minutos da costa e tem algumas barracas que vendem bebidas e comidas regionais, como peixes fritos, por exemplo.

Os peixes amazônicos são a principal base da alimentação regional. Diversificados e preparados de formas variadas, eles costumam agradar a todos os paladares.

O mais famoso - e também um dos mais caros - é o pirarucu, o chamado bacalhau da Amazônia. Um dos maiores peixes de água doce do mundo, o pirarucu chega a medir 3 metros e pode ser servido grelhado, em bolinhos, com leite de coco e até com açaí (fruta cujo suco também é bastante comum em Manaus).

Outros peixes comumente servidos também são o tucunaré, o tambaqui, a matrinchã (ou matrinxã), a piranha e o já citado jaraqui.

O passeio à Praia da Lua geralmente inclui uma visita ao Museu do Seringal Vila Paraíso, onde você vai ter uma aula sobre a história da comercialização da borracha no Brasil.

Depois de tantas novidades, bom mesmo é terminar o dia vendo o pôr do sol no rio Negro e saboreando um refrescante sorvete de tapioca na Praia da Ponta Negra.

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